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Entre o Crescimento e o Distanciamento

O Brasil vive um momento de expansão evangélica, e isto é fato. A que se deve isso, uma vez que até meados dos anos 70[1] as igrejas ditas evangélicas amargavam uma dura realidade de templos “vazios”, e hoje essa mesma igreja experimenta a bolha do crescimento que ao que parece veio para consolidar a religião evangélica no estrato social?

O questionamento não é tão simples e não me aventuro a responder de imediato, mesmo porque o panorama não se mostra saudável, e muito menos fácil de ser explicado. Mas, me proponho a indagar que tipo de evangelicalismo é esse propagado que incita o crescimento, ao passo que esse crescimento não produz nenhuma mudança significativa em nossa sociedade e nação que agoniza em meio à sua falência moral, corrupções e mazelas que expõe uma sociedade em declínio.


O que se percebe ao analisar as pseudo-verdades propagadas por esse evangelicalismo, que por essas bandas tomou a alcunha de “gospel”, é que o crescimento é desordenado e fora do contexto, isto também é fato quando confrontado com o evangelho bíblico! Porque desordenado? Porque o crescimento por mais consistente que possa parecer é superficial, não produz uma nova realidade que impacte a sociedade na qual está inserida, são simples ajuntamento de um público rotativo que hoje está na igreja A amanhã estará na igreja B, onde haverá uma mega campanha de curas e milagres, “oração forte”, pedaços de madeiras da cruz de Cristo, lenço ungido, pulseiras abençoadas, óleo em frascos plásticos, tudo isso somado a uma boa dose de misticismo, mesmo que seus idealizadores digam o contrário e que por vezes usam passagens da bíblia para corroborar com essa visão que torna o evangelho sincrético, e que geram uma religião de pessoas autônomas que não precisam de Deus e que são cada vez mais dependentes das campanhas e modelos que relativizam o próprio evangelho de Jesus Cristo.

Parece simplória tal afirmação, mas é o que se tem notado nesse crescimento que se distancia do evangelho bíblico em face da guerra por espaços no coração de pessoas desavisadas e não conhecedoras da própria bíblia que carregam, fato este alertado por Jesus ao citar o profeta Oséias “errais não conhecendo as Escrituras nem o Poder de Deus”[2]. Esse crescimento é reflexo da mercantilização da fé. Hoje as igrejas se aparelharam para que seus líderes, pastores, apóstolos se perpetuem no poder eclesiástico onde impera a manipulação – com raras exceções! Fazem do púlpito um lugar deplorável, pois a vida abundante que prometem em suas palestras não é a mesma vida prometida nos evangelhos! Vendem ilusões ao preço de um pecador não remido, mas, o que importa é a sua adesão ao movimento que tem distorcido a crença nas Escrituras, e isso em um primeiro momento rende muitos adeptos, mas com o passar do tempo essas adesões são frustradas por não terem recebido os “sonhos de Deus” – aos mercadores: onde está escrito na bíblia que Deus sonha?! Deus não é homem, nós é que fomos feito à sua imagem e semelhança, mas o pecado distorceu essa linda realidade e nos afastamos cada dia mais dessa semelhança.

Esse crescimento é desordenado porque tem gerado uma igreja amorfa que prima pela relativização do evangelho, onde o pecado já não é mais um empecilho na vida dos frequentadores dos cultos, por isso esse crescimento é quantitativo e não qualitativo. O púlpito outrora lugar de grandes pregadores como na Igreja Primitiva o foram Apóstolo Pedro e Apóstolo Paulo; na consolidação da Reforma como João Calvino com suas exposições centradas nas Escrituras, além de ser considerados por muitos como o maior intérprete da bíblia que revolucionou uma nação onde o fogo do avivamento pela palavra se espalhou pela Europa influenciando reinos e nações[3]. E um inglês cujo título mais simples e adequado foi o de “o príncipe dos pregadores”, seu nome era Charles Haddon Spurgeon que fazia do púlpito um lugar de transformação de realidades por não se conformar com a visão deste século[4]. Nesse modelo moderno de evangelicalismo sai de cena o temor e a reverência, entra a liberdade e a alegria que contagia – uma epifania, característica deste crescimento carismático e ecumênico. A pregação expositiva do evangelho deu lugar às palestras motivacionais onde uma vida de sucesso espera pelos que a buscam, pois todo crente moderno necessita viver uma vida de virada, uma vida de prosperidade material e não espiritual, indo contra os ensinamentos proferidos por Jesus no livro de Mateus que sentencia “ajuntai tesouros no céu onde a traça e a ferrugem não o consomem”.

Há uma urgência nesse modelo de evangelho onde o crente precisa ser abençoado a qualquer custo (dízimo, ofertas, mantenedor, parceiro missionário), se a pessoa crédula não estiver inserida neste contexto ela traz consigo a marca de Caim, tal crente é anátema perante a igreja – afinal nascemos para ser cabeça e não cauda! Porém esquecem-se os mercadores que o único cabeça constituído por Deus é o Senhor Jesus Cristo, o detentor das chaves da vida e da morte, do céu e do inferno. Essa realidade contrasta e muito com a realidade bíblica de cristianismo, sai a piedade entra a avareza de seus pastores empresários da fé, que acumulam riquezas fazendo troças da fé de pessoas ingênuas e ignorantes que preferem ouvir seus líderes do que fazer como os bereanos[5] que analisavam o que lhes era proferido, e isso gerava uma sincera conversão e arrependimento de pecados para a salvação de suas almas. Tem algo de muito errado, só os ignorantes e cegos não querem ver ou perceber, preferem o silêncio a omissão do que serem atalaias que denunciam os erros de seus sacerdotes ao mesmo tempo que traz uma mensagem de fé, esperança e redenção, tudo isso com muito temor e tremor diante de Deus. Os sacerdotes que profanavam o culto a Deus, juntamente com seus reis apóstatas eram o alvo principal dos profetas que foram mortos, perseguidos, humilhados e desacreditados, mas em todas as ocasiões o juízo veio e expôs o pecado desse povo de dura cervis.

Esse evangelho imediatista que não se adequa ao modelo bíblico de ser Igreja, primam por uma mensagem que agrade ao seu expectador e não àquilo que ele realmente necessita ouvir, para que possa vir à sua consciência o seu estado diante de Deus, um estado totalmente depravado, onde Deus por sua infinita graça e soberania mantém o juízo de sua ira afastado por causa do sacrifício de Cristo na Cruz do Calvário, é esse sacrifício que foi deixado de lado nos púlpitos apostólicos midiáticos. Púlpitos do entretenimento, púlpitos da relativização, do politicamente correto. Púlpito que ensina o apego às coisas mundanas, onde um evangelho mágico, fantástico tem sido ministrado, onde a mensagem antropológica é o centro – suas exposições sempre positivas colocam o homem em um lugar que não lhe pertence, se apostataram da fé sem perceber ou consciente disso, o que importa nesse modelo é o agora e nunca o porvir, isso é ultrapassado e não dá ibope, o que interessa é a igreja cheia de moribundos que ouvem uma mensagem pífia e que ao saírem de suas reuniões a sensação é a de que estiveram em um show de auditório – isto não é evangelho! Deus procura pessoas que o adorem em espírito e em verdade, não pessoas que adoram o fato de serem adoradas, bajuladas ou infantilizadas, casos de pregadores de renome que se emocionam ao som de sua própria voz, e o que dizer de cantores e ministérios da cultura gospel? Ao olhar o panorama desse evangelicalismo vejo as palavras do Apóstolo Paulo ressoarem como o sino que retine sendo uma sentença aos Gálatas de nossos dias:

“Admiro-me de que vocês estejam abandonando tão rapidamente aquele que os chamou pela graça de Cristo, para seguirem outro evangelho que, na realidade, não é o evangelho. O que ocorre é que algumas pessoas os estão perturbando, querendo perverter o evangelho de Cristo. Mas ainda que nós ou um anjo dos céus pregue um evangelho diferente daquele que lhes pregamos, que seja amaldiçoado! Como já dissemos, agora repito: Se alguém lhes anuncia um evangelho diferente daquele que já receberam, que seja amaldiçoado![6]

O liberalismo que deu origem à Igreja Moderna principalmente no Brasil com esse evangelho da confissão positiva[7] relativizou a forma e o conteúdo do evangelho. Produziu igrejas que prezam pela conivência de terem seus templos abarrotados em detrimento da pregação expositiva[8] do evangelho, onde os pastores, líderes, e apóstolos – a bíblia nunca criou tanto apóstolo quanto a modernidade! Tais produzem uma mensagem ao gosto do freguês como exposto por Renato Vargens em seu livro “Cristianismo ao Gosto do Freguês”[9]. Sim! Os que ocupam o bancos nestas megas igrejas e templos salomônicos são fregueses e consumidores vorazes desta doutrina da teologia da prosperidade que teve como seus expositores máximo os americanos Kenneth Hagin e Benny Hinn com suas manifestações “avivalistas”[10] com força predominante na crença do que eu me arrisco a chamar de psicologia do sobrenatural, e isto sedimentou o novo evangelicalismo brasileiro baseados na doutrina da confissão positiva e teologia da prosperidade, que influenciou diretamente na forma e  comportamento da igreja no Brasil, para maiores informações ver Fé Cristã e Misticismo[11].

Outro reflexo desta doutrina confusa é a forma de culto. Sai a liturgia o zelo da palavra, o temor a reverência, dando lugar aos cultos que se assemelham aos programas de auditórios – até mesmo porque muitos se comportam desta forma, pois suas reuniões são gravadas e transmitidas a custos exorbitantes nas redes de televisão. O louvor congregacional perdeu a razão de ser em virtude das músicas gospel de qualidade duvidosa que alavancaram o crescimento dessa massa evangélica. Alguns por falta de conhecimento se intitulam levitas sem saber na realidade qual o verdadeiro papel do levita na cultura judaica[12]. Não consigo ver cantores gospel e ministros de louvor endinheirados lavando os prédios da igreja, organizando os bancos, cuidando com muito zelo e esmero para que na hora do culto tudo esteja em ordem, a grosso modo esse era o papel dos levitas. Com isso deu-se a confusão de que o louvor e adoração, é cantar de braços levantados, numa onda emocional como se fosse a manifestação pura e simples do Espírito Santo - O Senhor é Espírito, e onde for a liberdade, e sopra aonde quer, independentemente de haver música ou não. Se não houver músicas emotivas e alegres, para os dependentes da adoração gospel, não houve manifestação da Presença de Deus, ou na máxima neopentecostal, o culto foi frio.

As músicas cantadas assim como a palavra ministrada são meras frases de efeito que procuram um ouvido desatento para alojar as maiores cacofonias que destoam do evangelho singular. A palavra de exortação que compunge a pessoa a rever seus conceitos a se arrepender, confessar os pecados e anelar pela salvação de sua alma foi esquecida em algum lugar da história. Se tornaram “estórias” de uma história escrita com suor e sangue por aqueles que primaram por um evangelho verdadeiro, tanto no período inicial da era cristã como no período da reforma onde os que apregoavam o evangelho eram tidos como hereges e queimados em praça pública, como podemos perceber no Massacre da Noite de São Bartolomeu[13]. O Culto Segundo Deus foi abolido pela forma humana de se fazer culto – horrível e desagradável aos olhos de Deus como descrito no livro do profeta Malaquias. Deus não tem se agradado com esse modelo de culto, ele já não se faz presente porque ele não é o centro, são cultos para o homem em resposta às suas próprias necessidades, e não porque o homem se encontra no estado de depravação total e carecedor da Glória de Deus, qualquer semelhança aos vendilhões do templo não é mera coincidência – é fato o homem em toda a sua história tem desagradado a Deus!

Parece-me, que a igreja enquanto instituição perdeu o foco de seu verdadeiro papel, que é o de ser sal e o de ser luz para um mundo pervertido, que faz apologia ao seu estado depravado, quando na realidade deveria estar chorando e se arrependendo de suas obras mortas! Esse modelo de igreja tem gestado amantes de si mesmos ancorados por uma mensagem de amor e mais amor, onde o amor supre todas as coisas – o que concordo neste ponto! Só não coaduno com o fato de que este amor universaliza a salvação[14] e minimiza a ira de Deus contra os que praticam a iniquidade, palavra esta que vive momentos de extinção no vocabulário gospel – mais uma vez digo: isto não é evangelho! Uma vez distorcido e moldado para atender uma demanda, perde o seu valor intrínseco – que é trazer as boas novas de salvação e redenção, que gera arrependimento e confissão de pecados, porque sem essa boa nova e a aceitação da soberania de Cristo, nós ainda estaríamos em um lamaçal de pecados, mas Jesus Cristo por meio de seu sacrifício nos fez por direito filhos de Deus, como descrito no evangelho de João 1.12,13:

“Contudo, aos que o receberam, aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus, os quais não nasceram por descendência natural, nem pela vontade da carne nem pela vontade de algum homem, mas nasceram de Deus”.

Não vejo como um problema o crescimento da Igreja como Corpo de Cristo, vejo como problema o crescimento da igreja enquanto instituição, o serviço prestado não pode sobrepor o evangelho. Esse norte que direciona a igreja está equivocado quanto ao fator culto. O culto é para Deus, porque d’Ele e por Ele são todas as coisas, um crescimento que distancia as pessoas de Deus não pode ser celebrado, ao ponto de ser matéria de capa de revista[15] que exalta o crescimento da religião evangélica ao mesmo tempo em que expõe seus problemas, sendo a maioria de ordem ética. Prédios suntuosos não demonstram o vislumbre da Glória de Deus, e sim a megalomania humana. O Templo de Salomão construído pela IURD – Igreja Universal do Reino de Deus é uma prova cabal dessa mania de grandeza, e afirmação de poderio econômico. Triste, muito triste, pois Deus não habita em templos construídos por mãos humanas, pois Ele preferiu esta carne, esse templo somos nós enquanto feitura de suas mãos! Deus não se impressiona com as vigas de concretos e muito menos com a imponência da arte humana, os afrescos da Capela Cistina que o digam! O crescimento voraz do movimento gospel tem levantado igreja contra igreja em busca de um nicho cada vez maior, a guerra está estampada nas mais variadas formas: campanhas infindáveis, programas televisivos, tudo com a finalidade de lotar suas arenas e vender suas bugigangas. São eventos que causam inveja a qualquer realizador secular, são cada vez mais profissionais – tudo para a glória de... homens! Deus em nada é glorificado nestes eventos. Quem participa, só vai a este tipo de evento por causa dos nomes que a cultura gospel cultua – triste realidade!

Em síntese o crescimento tem gerado uma onda reversa. Àqueles que não se curvaram a este modelo pragmático de evangelho clama por uma reforma, ou por impossibilidade de objeto, uma vez que não vejo como possível uma reforma nos moldes da havida no Séc. XVI, voltar as Escrituras é conditio sine qua non para a consecução da vida cristã. O evangelicalismo brasileiro precisa urgentemente de um retorno aos dogmas doutrinários propostos na Reforma, uma vez que reforma não é a invenção de novas teologias e sim um resgate das doutrinas bíblicas, sendo aquelas doutrinas que foram esquecidas ou substituídas por invenções ou experiências que sobrepõem as escrituras que uma vez relativizada já não é tida como a palavra infalível de Deus.

Destarte, Deus será centro de nossos cultos e de nossas vidas, o que se pregará nas igrejas será o evangelho das Escrituras, tida como inerrante por àqueles que creem na Soberania Divina de Cristo como o único cabeça da Igreja!

Essa retorno as Escrituras será para entronizar o Senhor no meio de seu povo, trazê-los de volta por meio de palavras com conteúdo sólido e totalmente bíblico. Chega das fantasias deste misticismo que rege os evangélicos no Brasil! Chega de igrejas que se alimentam de campanhas e objetos inanimados que não expressam a Glória de Deus! Chega de alianças abomináveis! Chega de politicagem nos púlpitos, aos mercadores da fé: - política nos púlpitos não é conquista, é maldição! Jesus quando veio a esta terra miserável, os fariseus, saduceus e principalmente os zelotes esperavam por um rei com um grande poder político e militar nas mãos para os livrarem do jugo romano, justamente por pensar no modelo de governo deste mundo. O próprio Jesus enquanto estava sendo julgado pelos nossos pecados disse aos seus acusadores: “Meu reino não é deste mundo!” Voltemos ao evangelho da graça sem a qual ninguém verá a Deus, pois todos pecaram e destituídos estão da Glória de Deus. Ao olhar a terra não viu um justo sequer! Não existe evangelho de boas intenções, seja o proceder em conformidade com o evangelho sim, sim, não, não, o que passa disso tem procedência no Diabo! Não aceitemos esse modelo de evangelho que se deslumbra ao contemplar os reinos deste mundo. A igreja não pertence a este mundo, nós enquanto Igreja somos peregrinos nesta terra! Não pode haver amor pelo mundo e muito menos trazer esse modelo mundano para o seio da Igreja! Temos que entender que somos odiados enquanto portadores da boa nova de remissão para os pecados. Jesus disse que no mundo teríamos aflições, a igreja que não tem aflições é porque está aliançada com este mundo,  uma vez que não condena o seu comportamento pecaminoso deixando de confrontá-lo com as verdades do evangelho, assim como Acabe e Josafá. E a verdade mais dura do evangelho é esta: “Todos pecaram!”.

É tempo de voltarmos a Deus para que haja arrependimento pelas obras mortas, é tempo de prestar culto somente a Ele, e cultuá-lo pelo que Ele É, e não pelo que Ele pode fazer. Cultuemos a Deus de todo coração e com todo entendimento direcionando a Ele um culto racional, para que a igreja volte a experimentar a boa, perfeita e agradável vontade d’aquele que primeiro nos amou! É tempo de arrependimento e não tempo de preocupação com crescimento. Um avivamento genuíno traz pessoas que se encontram distantes de Deus e as quebranta, e quando isso ocorrer haverá choro, haverá mudança e principalmente haverá um modelo de culto onde o Deus de toda Glória será glorificado e entronizado no meio de seu povo. E isso é pra hoje, e não somente para o Grande Dia do Senhor. O Senhor quando vier em Glória, não virá buscar uma igreja fria ou morna. Virá para buscar uma igreja imaculada e avivada que não se prostituiu aos sabores e encanto deste mundo! O verdadeiro avivamento que proporciona crescimento consiste em fazer o Nome do Senhor conhecido entre as nações[16], pois a Glória de Deus é indivisível. Todos que têm ouvidos, ouça o que o Espírito diz à Igreja[17].

Maranata vem, Senhor Jesus!



[1] Romeiro, Paulo. Super Crentes: O Evangelho Segundo Kenneth Hagin e Valnice Milhomens e os Profetas da Propsperidade. Editora Mundo Cristão: São Paulo, 1998
[2] Jesus, porém, respondendo, disse-lhes: Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus. Mt. 22.29, ver Oséias 4.6 (ARC – Almeida Revista e Corrigida)
[3] Lawson, Steven. A Arte Expositiva de Calvino. Editora Fiel
[4] E não sede conformados com este mundo, mas sedes transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. Rm. 12.1,2 (ARC – Almeida Revista e Corrigida)

[5] E logo os irmãos enviaram de noite Paulo e Silas a Bereia; e eles, chegando lá, foram à sinagoga dos judeus. Ora, estes foram mais nobres do que os que estavam em Tessalônica, porque de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim. De sorte que creram muitos deles, e também mulheres gregas da classe nobre, e não poucos homens. (ARC – Almeida Revista e Corrigida)

[6] Epístola de Paulo aos Gálatas 1.6-9
[7] Super Crentes: O Evangelho Segundo Kenneth Hagin, Valnice Milhomens e os Profetas da Prosperidade. Mundo Cristão: São Paulo, 1998.
[8] Lopes, Hernandes Dias. A Importância da Pregação Expositiva para o Crescimento da Igreja. Editora Candeia; São Paulo, 2004.
[9] Vargens, Renato. Cristianismo ao Gosto do Freguês. Rio de Janeiro, 2011
[10] Macarthur Jr., John. O Caos Carismático. Editora Fiel, São José dos Campos.
[11] Lopes, Augustus Nicodemus; Matos, Alderi de Souza, e outros. Fé Cristã e Misticismo  - Uma Avaliação Bíblica de Tendências Doutrinárias Atuais. Editora Cultura Cristã – São Paulo.
[12] Lopes, Augustus Nicodemus. O Culto Segundo Deus – A Mensagem de Malaquias para a Igreja de Hoje. São Paulo: Vida Nova, 2012.
[13] John Foxx. O Livro dos Mártires. CPAD, Rio de Janeiro, 2001.
[14] Lopes, Augustus Nicodemus. O Que Estão Fazendo com a Igreja: A Ascensão e Queda do Movimento Evangélico Brasileiro. São Paulo: Mundo Cristão, 2008.
[15] Revista Época. Editora Globo, Edição 638, Agosto de 2010.
[16] Ezequiel 37.28 – E os gentios saberão que eu sou o Senhor que santifico a Israel, quando estiver o meu santuário no meio deles para sempre!

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