Lembro-me com saudades dos tempos em que eu participava da EBD na 1ª Igreja Batista Independente de Aparecida de Goiânia, onde lia e estudava atentamente os textos propostos pela Revista Bíblica, tudo isso regado a muito louvor e adoração – era extraordinário ver as pessoas chegando e se cumprimentando e experimentando uma comunhão difícil de ver nas igrejas hodiernamente.
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O louvor era um acontecimento à parte, mas nunca substitutivo da palavra ministrada, tanto pelo Pr. Sebastião Expedito quanto pelo saudoso Irmão Iolando. Lembro-me da
equipe tocando tendo como ministro o Irmão Rubens (aprendi muito com
ele), com o Geraldo (o humilde) no
violão, Helton (o discreto) na
bateria, Vanusa com sua voz de
trovão, Márcia com voz suave. As
músicas ministradas eram tão simples, mas calava fundo no peito, e ainda hoje
faz parte de minhas melhores lembranças, dentre elas eu destaco: “Salmo
1, Reina Hoje, Portas Abertas, Salmo 96, Olho o Mar, Oferta de Amor, Enquanto
Eu Calei”, era um momento de contrição e entrega, e não essa epifania
causada pelos artistas do movimento gospel. Sem falar que tínhamos o Joãozinho (totalmente
de Deus!) com sua indefectível música "Belssazar", além é claro,
do Pr.
Sebastião Expedito e a Irmã Neusa com sua música
marcante, porque só tinha ela mesmo "felicidade é ter Jesus em
nossas vidas (...) venha cantar os salmos de Davi, venha tocar a harpa de
Davi". Infelizmente, hoje os
tempos são outros, o evangelho virou um negócio lucrativo.
Um ponto interessante era ver o Irmão Sebastião Rodrigues (hoje Pr. Sebastião) cantando com os juniores a canção “não tenho ouro, não tenho prata, o meu tesouro não é de lata. O ouro queima a prata suja é tudo coisa que enferruja” – bons tempos!
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Saudosismo ou não eu sinto falta daquela igreja (não a igreja física essa tem em todo lugar!), mas daquela invisível para o mercado gospel, onde as pessoas se cumprimentam e se conhecem, onde ela é um membro com características únicas, e não mais um número que se somam ao relatório.
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Esse post inaugura por assim dizer o marcador "Vida Cristã", onde pretendo estar postando textos e mensagens para que possa ser compartilhado por àqueles que se interessam pela igreja enquanto corpo.
Enquanto isso posto este vídeo, lembrando que não quero expressar uma musicalidade elaborada, até porque não sou por excelência um músico. Apenas gostaria de compartilhar um momento de descontração, onde eu com meu violão expresso àquilo que sinto no meu coração – a alegria no Senhor! O que sinto quando estou com meu violão isolado em um quarto é o mesmo que sinto quando estou no altar ministrando à Igreja – canto para louvar e engrandecer o nome Santo do Senhor, e não o que a Igreja quer ouvir por modismo ou coisa do gênero.
Um ponto interessante era ver o Irmão Sebastião Rodrigues (hoje Pr. Sebastião) cantando com os juniores a canção “não tenho ouro, não tenho prata, o meu tesouro não é de lata. O ouro queima a prata suja é tudo coisa que enferruja” – bons tempos!
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Saudosismo ou não eu sinto falta daquela igreja (não a igreja física essa tem em todo lugar!), mas daquela invisível para o mercado gospel, onde as pessoas se cumprimentam e se conhecem, onde ela é um membro com características únicas, e não mais um número que se somam ao relatório.
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Esse post inaugura por assim dizer o marcador "Vida Cristã", onde pretendo estar postando textos e mensagens para que possa ser compartilhado por àqueles que se interessam pela igreja enquanto corpo.
Enquanto isso posto este vídeo, lembrando que não quero expressar uma musicalidade elaborada, até porque não sou por excelência um músico. Apenas gostaria de compartilhar um momento de descontração, onde eu com meu violão expresso àquilo que sinto no meu coração – a alegria no Senhor! O que sinto quando estou com meu violão isolado em um quarto é o mesmo que sinto quando estou no altar ministrando à Igreja – canto para louvar e engrandecer o nome Santo do Senhor, e não o que a Igreja quer ouvir por modismo ou coisa do gênero.
No mais, fique atento ao Parousia!
A escola bíblica dominical sempre foi e sempre será importante na vida de uma igreja, pena que hoje não há tantas igrejas dispostas a manter uma EBD poque as pessoas não se interessam pelo ensino
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